O feudalismo inicia-se no século V, com as invasões bárbaras. As principais características desta estrutura são a descentralização do poder, a utilização de trabalho escravo e a base econômica sendo a agricultura. Eles eram auto-suficientes, isto é, produziam somente o necessário para sua existência. As trocas, que eram exíguas, aconteciam apenas entre produtos, sem valor monetário (capital) no processo. O que fortaleceu o sistema de trocas foi o excedente de produção e as cruzadas, principalmente porque chegavam viajantes que precisavam de suprimentos. Havia, nesse sistema econômico, a relação de suserania e vassalagem: os suseranos ofereciam terras aos vassalos, e estes eram fiéis em ajudar seu suserano, em troca de proteção e de um lugar para produzirem. De uma forma geral, na sociedade feudal não havia muita mobilidade, e os feudos eram hierarquizados. No campo da educação, eram raros os que tinham direito aos estudos: somente os filhos dos nobres poderiam usufruir do conhecimento, que era fortemente influenciado pela Igreja.
O feudalismo não desapareceu rapidamente: ele foi se enfraquecendo aos poucos, até ser substituído pelo modo de produção capitalista.
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