Com a vinda dos portugueses à Terra de Vera Cruz, grandes rupturas e mudanças foram tomando espaço entre os nativos. Uma que deve ser reconhecida é o padrão educacional trazido pelos portugueses, que nada em comum tinha com a educação dos indígenas, sendo que não tinham características próprias para realizar o ensino-aprendizagem. As crianças das tribos indígenas não tinham uma educação com marcas européias, elas observavam os adultos e os imitavam, o aprendizado era única e exclusivamente para a sobrevivência do indivíduo.
Quando os jesuítas chegaram às terras brasileiras, eles trouxeram métodos pedagógicos, além da moral e da religião. Eles se dedicaram à pregação da fé católica e aos ensinamentos alfabéticos, pois não seria possível uma conversão dos índios que não soubessem ler ou escrever. Todas as escolas erguidas pelos jesuítas eram regulamentadas pelo Ratio Studiorum, um documento escrito por Inácio de Loiola. Mas 210 anos depois, eles foram expulsos por Marquês de Pombal, desestruturando tudo que havia sido formado, e a desordem perseverou até a vinda da Família Real, que deu origem ás academias militares, bibliotecas, escolas de medicina e direito e a Imprensa Régia. Portando, a educação era secundária, propriedade que jaz ainda nos dias atuais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário